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As pessoas buscam incessantemente se qualificar e se tornar grandes profissionais, mas na correria do dia-a-dia esquecem de se cuidar, de olhar para dentro de Si mesmos e de se perguntar: o que estou fazendo aqui?
De que forma posso ser útil nesse planeta?

Das várias línguas que falam, nenhuma é útil para falar consigo, nenhuma lhe dá condições de compreender o idioma do seu Interior.

Trabalhamos, compramos, usamos, vendemos e construímos coisas e pessoas, tratamos de política, economia, física, ciência... enfim... estamos sempre precisando saber o que está acontecendo no mundo, mas no fundo somos crianças brincando no teatro da existência, sem poder alcançar sua complexibilidade.

Não sabemos quase nada, quase tudo é um mistério, mal sabemos porque estamos aqui ou para onde vamos, cada um tem sua opinião ou sua fé, cada um acredita em algo diferente.

A existência é breve no tempo, existem coisas além de nós, somos pequeninos diante do Universo e muitos ainda só olham para seu próprio umbigo.
Não somos o centro do Universo, somos andantes na trajetória da existência que desconhecemos.

As pessoas vivem vidradas na cotação do dólar, em carros, viagens, dinheiro, poder, status, nos programas de TV que ensinam e mostram valores esdrúxulos para nosso crescimento, estamos cheios de atrativos...
Mas muitos jamais olham para o seu Eu, muitos não querem se conhecer e resolver seus conflitos internos, por isso tornam-se entediados, angustiados, deprimidos, depressivos e cheios de tranqüilizantes e remédios, por ser a alternativa mais cômoda e menos dolorosa. Pois temem olhar para Si mesmos.

Precisamos nos amar, ter um romance com nossa própria vida, só assim poderemos Amar e ser Amados e descobrirmos a extraordinária razão de estar aqui.
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2 comentários:

On 23 de fevereiro de 2010 22:03 , Simone Alves disse...

Fique a vontade para comentar sobre o artigo... Grata

 
On 14 de maio de 2010 10:09 , Anônimo disse...

Às vezes é até assustador quando olhamos para dentro de nós mesmos, mas quando se torna um exercício, ficamos mais conscientes de coisas antes despercebidas ou até mesmo "maquiadas". E esse exercício ninguém pode fazer por nós.

Jualine (Juliana Xabb)
julianaxabb@hotmail.com